Esboroa-se assim, mais uma vez, a expectativa de uma indispensável despartidarização do Estado e das suas áreas de influência, que não passou de umas avulsas medidas simbólicas de princípio de mandato. É pena.
21/01/2012
É pena
16/01/2012
Grandes títulos
Passos já fez mais nomeações
do que primeiro Governo de Sócrates
em dois meses e meio
Também fez menos em sete meses do que segundo Governo de Sócrates em três e meio, mas isso agora não interessa nada.
Adenda 17/Jan: Desta vez o Público sentiu-se na obrigação de reconhecer «porém, que essa conclusão (...) se baseou numa comparação que não podia ser feita». Faço votos para que o jornal tome cuidado sempre que decida publicar manchetes que envolvam números, comparações e operações aritméticas.
13/01/2012
Alarvidades administrativas
Compreende-se que os autores que mandam na SPA e a ex-Ministra Canavilhas nunca fizeram nada na vida empresarial, não fazem ideia de como funciona uma empresa, dos custos da burocracia, dos recursos desperdiçados com este tipo de alarvidades administrativas. Têm uma concepção do mundo em que apenas importa aquilo que lhes diz directamente respeito, as actividades superiores a que se dedicam. As empresas só existem para lhes pagar impostos.
30/12/2011
24/12/2011
Feliz Natal
Calvin: Eu não entendo como o Pai Natal gere a sua actividade. Como é que ele paga os brinquedos que distribui? Como é que ele paga a matéria-prima que usa para produzir os brinquedos? Como é que ele paga aos elfos? Não tem receitas para cobrir os custos - como é que ele faz?
Hobbes: Deve operar em défice, acho.
Calvin: Claro. Mais cedo ou mais tarde isso vai rebentar e depois quero saber como é que eu fico?
Hobbes: Deve operar em défice, acho.
Calvin: Claro. Mais cedo ou mais tarde isso vai rebentar e depois quero saber como é que eu fico?
21/12/2011
A beleza (e a estupidez) da simplicidade
Esta ideia é extremamente bela:
Agora mais a sério: Descontando casos patológicos, eu creio que é impossível alguém sentir-se realizado por exercer uma actividade que "não satisfaz nenhuma outra necessidade". Parece-me que o ponto de discussão não é se os crontribuintes devem pagar "profissões de sonho", mas qual o nível de oferta dessas profissões, pago pelo contribuinte, que é razoável ou sustentável. Se os contribuintes pagassem as actividades dos melhores cientistas, filósofos, professores, médicos, economistas, etc. não dariam por mal empregado o seu dinheiro.
É injusto pedir aos contribuintes, que na sua maioria não têm as suas profissões de sonho, que continuem a abdicar dos seus subsídios de Natal para que vocês possam ter uma profissão que não satisfaz nenhuma outra necessidade para além da vossa própria realização pessoal.Vamos lá pensar um pouco: Para além dos agentes do fisco, sem os quais não haveria contribuintes, que outras profissões devem os contribuintes pagar? Talvez CGP condescenda que os políticos, militares, juízes, polícias... sejam pagos pelos contribuintes. E os médicos? Talvez, se satisfizerem necessidades de contribuintes saudáveis (chamemos-lhe medicina preventiva). Bombeiros? Podemos pagar aos voluntários com reconhecimento social, a somar à realização pessoal já deve dar uma boa recompensa. Quanto a filósofos e cientistas, ou vendem os seus serviços a privados, ou vendem outros serviços em part-time, ou têm "pais ricos", como o filho da D. Maria Adelaide de Carvalho.
Agora mais a sério: Descontando casos patológicos, eu creio que é impossível alguém sentir-se realizado por exercer uma actividade que "não satisfaz nenhuma outra necessidade". Parece-me que o ponto de discussão não é se os crontribuintes devem pagar "profissões de sonho", mas qual o nível de oferta dessas profissões, pago pelo contribuinte, que é razoável ou sustentável. Se os contribuintes pagassem as actividades dos melhores cientistas, filósofos, professores, médicos, economistas, etc. não dariam por mal empregado o seu dinheiro.
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