Portugal é o campeão da paixão pelo computador, seguido pela Grécia e Chile. Nos antípodas - literalmente - os alunos da Austrália e Nova Zelândia dão menos importância ao PC e lêem melhor. Filandeses e coreanos, os melhores do teste, também são menos fascinados pelo computador.
Note-se que esta relação aparentemente tão forte pode esconder outros efeitos. Numa análise dentro de cada país, há resultados contraditórios sobre o efeito de uma variável na outra. No entanto, a intervenção da variável género tem o mesmo efeito em todo o lado - os rapazes gostam mais de computadores e lêem pior do que as raparigas.
