29/11/2010
Sem pingo de vergonha
Aquele que prometeu criar 150 mil empregos - com os resultados que se conhece - promete agora mais 120 mil só «nestas novas áreas» (energias renováveis). E ainda tem a lata de afirmar que «Os parceiros africanos podem beneficiar da experiência europeia no desenvolvimento [...] de quadros regulamentares que são apropriados à mitigação dos efeitos das alterações climáticas». Já estará a arranjar um lugar para Ascenso numa qualquer ERSE africana???
26/11/2010
Mas qual poupança?
Caro EcoTretas,
pouco importa se a "poupança" são 100, 700 ou 800, não se pode comparar um dos pratos da balança de transacções correntes com o acréscimo na factura dos consumidores.
Como escreveu a OCDE, se falamos de transacções correntes, então devemos comparar a diminuição nas importações de combustíveis com i) diminuição das exportações industriais provocadas pelo aumento do custo da energia; ii) custo de oportunidade do capital canalizado para as renováveis face, p. ex. à sua canalização para sectores exportadores.
O que se passa é que o Governo garantiu negócios em condições muito vantajosas para os operadores do cluster energético, em prejuízo dos consumidores e, tudo indica, da economia portuguesa. Essa zorreira não consegue encobrir o óbvio - mais uma vez, as decisões "estratégicas" defendem os mais fortes... basta ver as relações entre estas empresas, os reguladores e os partidos.
pouco importa se a "poupança" são 100, 700 ou 800, não se pode comparar um dos pratos da balança de transacções correntes com o acréscimo na factura dos consumidores.
Como escreveu a OCDE, se falamos de transacções correntes, então devemos comparar a diminuição nas importações de combustíveis com i) diminuição das exportações industriais provocadas pelo aumento do custo da energia; ii) custo de oportunidade do capital canalizado para as renováveis face, p. ex. à sua canalização para sectores exportadores.
O que se passa é que o Governo garantiu negócios em condições muito vantajosas para os operadores do cluster energético, em prejuízo dos consumidores e, tudo indica, da economia portuguesa. Essa zorreira não consegue encobrir o óbvio - mais uma vez, as decisões "estratégicas" defendem os mais fortes... basta ver as relações entre estas empresas, os reguladores e os partidos.
25/11/2010
23/11/2010
Sem paz não há turismo
Foto de João Maria Condeixa
Em primeiro lugar, sou céptico quanto ao slogan da foto. Segundo Rui Zink, «a Comissão tem razões para acreditar na existência, sobretudo nas prósperas sociedades emergentes, de uma procura para esses mesmos produtos [turísticos num cenário de guerra]».Não obstante, através do "PÚBLICO, com [
18/11/2010
Monumental da Luz
Foto EFE
Resta agradecer aos campeones que, apesar das fronteiras fechadas, não se esqueceram dos caramelos.
Resta agradecer aos campeones que, apesar das fronteiras fechadas, não se esqueceram dos caramelos.
17/11/2010
Uma lição de Psicologia Económica
A Assembleia da República conta com um especialista em Psicologia Económica. Não só domina o conceito de "austeridade internacional", como é capaz de explicar por que "os juros sobem!". É ler aqui.
Mais uma cereja
Infelizmente há poucos Cerejos no jornalismo português.
Esta notícia enfatiza o facto de um bói ter rescindido por mútuo acordo contrato com o PS, passar a receber subsídio de desemprego e um subsídio para criar o seu posto de trabalho ilegalmente, já que exercia actividade independente na prestação de serviços de «assessoria técnica e política».
As verbas que recebeu ilegalmente serão repostas e nada de mais se passará. Da minha parte, o que me indigna são as verbas que recebe legalmente - a Câmara desembolsa quase cinco mil euros por mês para pagar a um funcionário do partido, sob o pretexto de obter assessoria política de um especialista cujo principal feito político é ter sido candidato derrotado à presidência de uma Junta de Freguesia.
Esta notícia enfatiza o facto de um bói ter rescindido por mútuo acordo contrato com o PS, passar a receber subsídio de desemprego e um subsídio para criar o seu posto de trabalho ilegalmente, já que exercia actividade independente na prestação de serviços de «assessoria técnica e política».
As verbas que recebeu ilegalmente serão repostas e nada de mais se passará. Da minha parte, o que me indigna são as verbas que recebe legalmente - a Câmara desembolsa quase cinco mil euros por mês para pagar a um funcionário do partido, sob o pretexto de obter assessoria política de um especialista cujo principal feito político é ter sido candidato derrotado à presidência de uma Junta de Freguesia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


